Climas: 26 explicações simples do Brasil e do Mundo

Clima

O Clima vira um tópico de bastante curiosidade especialmente nas épocas natalinas. Enquanto residentes de países do hemisfério norte se abrigam com luvas e cachecóis, residentes de outras localidades começam a tirar os biquines e as sungas dos armários.

O mais curioso é observar que essa mudança climática pode ocorrer dentro dos próprios continentes, países e até cidades dependendo de sua extensão territorial.

Saber sobre as mudanças climáticas não é somente importante para saciar sua curiosidade. Climas e vegetações têm sido os temas mais frequentes na área de Geografia, porém são os tópicos no qual o aluno sente muito mais dificuldade.

Portanto seja para saciar a sua curiosidade ou para te ajudar a passar no vestibular. Esse artigo se destina a lhe apresentar 26 explicações que você precisa saber sobre climas do Brasil e do mundo.

Abaixo está uma lista sobre tudo que você aprenderá nesse artigo:

  • o que é o clima;
  • o que é a climatologia e a metereologia;
  • qual a diferença entre o tempo e o clima;
  • 9 principais tipos de clima;
  • climas em cada região do globo;
  • clima e vegetação no mundo e no Brasil.

Esses tópicos irão te ensinar o básico sobre os estudos do clima e da vegetação, portanto se você não está a par do assunto não deixe de conferir!

O que é o Clima?

O que nós chamamos de clima é o conjunto de condições atmosféricas que afetam uma determinada área do globo. Normalmente, essas condições são a altitude, radiação solar, temperatura média, pressão atmosférica entre outras.

O que caracteriza o clima é a sua uniformidade territorial e temporal, compreendendo períodos sanzonais de alteração climática constante.

Qual a diferença entre Tempo e Clima?

Diferente do clima, o tempo é caracterizado por sua oscilação momentânea. Por exemplo, o tempo pode estar nublado, chuvoso e ensolarado, pois essas são condições passageiras compreendidas dentro de um determinado clima.

Em climas tropicais é comum que no verão o tempo esteja ensolarado com temperaturas elevadas ou em climas polares é comum a presença de neve durante o ano todo.

O que é a Climatologia e a Metereologia?

Se você já usou sites como o climatempo já deve ter visto o trabalho de pesquisadores e técnicos da área da climatologia e metereologia.

Como visto anteriormente, existe uma diferença importante em relação ao tempo e o clima relacionado a oscilação prolongada ou momentânea do comportamento da atmosfera.

O ramo da climatologia e metereologia estudam respectivamente, o clima e o tempo, o papel de ambos é muito importante para os estudos das variações climáticas.

O climatologista auxilia na compreensão da mudança climática no decorrer dos séculos em uma região do planeta, o que ajuda na compreensão da influência humana nos processos da atmosfera, como o efeito estufa e, por conseguinte, o Aquecimento Global.

O metereologista é o principal responsável por prever condições atmosféricas em um curto lapso de tempo, isso é importante na aplicação de políticas públicas, especialmente as assistencialistas, relacionadas a nevascas agressivas no hemisfério norte e a chuvas intensas no hemisfério sul.

Principais tipos de clima:

O clima possui um impacto considerável na relação do ser humano com o seu ambiente.

O ser humano altera e vira produto da sua realidade a partir dos recursos que o meio lhe oferece. Portanto, diferentes climas no globo possibilitaram a criação de diferentes elementos culturais, desde os pratos, como a carne de sol, até as vestimentas.

Saiba abaixo com mais detalhes os 9 principais climas do globo:

  1. Clima Tropical

Como o nome já sugere, o clima tropical está localizado na faixa intertropical, ou seja, entre os trópicos de Câncer e Capricórnio.

Esse clima é caracterizado por sua Estação Seca e Chuvosa, respectivamente, por períodos de temperatura baixa e clima seca e uma temperatura alta e clima úmido, com a persistência de chuvas.

O Clima tropical é dividido em quatro tipos:

  • Clima Tropical de monções

Esse clima é mais popular na região do sudeste asiático e trata-se de um arranjo climático concentrado em dois extremos: Um inverno extremamente seco e um verão demasiado chuvoso.

  • Clima Tropical úmido-seco

Há alternância entre estação seca e úmida, característica de regiões no interior do continente.

No Brasil ela é predominante na região Centro-Oeste, e é derivada da influência de duas massas de ar a Equatorial Continental, vinda do norte do país, e a Tropical Atlântica, do litoral.

  • Clima Tropical semiárido

Conhecido como ‘’clima do sertão’’, esse clima é caracterizado pelas secas (estiagem) e pela presença irregular de chuvas, portanto, regiões na qual esse clima é presente apresentam Baixa umidade e Baixo índice pluviométrico.

Ademais, devido ao longo período de estiagem, há uma amplitude térmica constante, com esporádica variação de temperatura.

  • Clima tropical de altitude

O principal fator que influencia esse clima é a altitude, presente em regiões elevadas o clima apresenta a existência de chuvas durante o ano todo, porém mais intensas no verão.

Ademais devido a altitude, a temperatura de regiões que apresentam esse clima é menor. Isso se deve, em relação ao Brasil, ao choque das massas tropical atlântica e a polar, responsáveis por gerar invernos com temperaturas inferiores a 18 graus Celsius.

Vegetação

A vegetação predominante neste clima pode variar em relação a umidade, em regiões com alto índice de pluviosidade é possível o desenvolvimento de uma mata densa e fechada como a vista na Floresta Amazônica, porém em climas secos há a existência de vegetação rasteira e árvores espaçadas, o bioma da Savana.

  1. Clima Equatorial

Como o nome indica, esse clima está presente nas regiões próximas à linha do equador. Esse clima cobre 6% da superfície do planeta.

Como características principais, o clima equatorial tem como característica temperaturas elevadas de forma constante durante o ano.

Isso se deve a sua localização em relação aos raios solares: devido a sua latitude, os raios solares atuam de forma perpendicular, mantendo a temperatura alta sem variações térmicas acentuadas.

A média de precipitações nessas regiões é alta, ocorrendo chuvas em todos os meses, sem períodos de seca ou estiagem.

Ele é dividido em dois tipos:

  • Clima Equatorial Úmido

Esse tipo é característico da região Amazônica e é marcado por altas temperaturas e por constantes precipitações.

  • Clima Equatorial Semi-úmido

Esse típico é similar ao primeiro, entretanto ele possui um índice pluviométrico menor, esta dividida entre a temporada chuvosa e a seca.

Vegetação

A vegetação predominante é conhecida como Floresta Equatorial, caracterizada pela mata densa, verde e com bastante biodiversidade.

  1. Clima Subtropical

Similar ao clima equatorial, o clima subtropical apresenta precipitações durante o ano todo. Entretanto, a temperatura nesse clima raramente passa dos 23 graus Celsius no verão e no frio as temperaturas costumam ser abaixo de zero.

Dependendo da altitude é possível o surgimento de geadas e até, esporadicamente, neve.

Esse clima é compreendido como um clima de transição entre o clima tropical e o temperado. Nesse clima as estações do ano começam a estarem mais bem definidas.

Vegetação

A vegetação predominante nesse clima dependerá da altitude do local. Em regiões mais altas os bosques de araucárias serão mais presentes e em regiões mais baixas haverá a presença dos campos com vegetação rasteira conhecida como pampas.

  1. Clima temperado

Localizado entre a região dos trópicos e polos, o clima temperado possui temperaturas que ficam na média dos -3 graus Celsius até 20 graus Celsius, apresentando estações do ano bem definidas.

A vegetação desse clima costuma ser constituída por plantas caducifólias, isto é, que trocam as folhas no outono e inverno.

Esse clima apresenta dois tipos:

  • Clima temperado oceânico

Característico da zona litorânea, esse tipo de clima temperado apresenta precipitação em abundância e de forma equilibrada durante todo o ano, apresentando baixa variação térmica. O inverno nessas regiões costuma ser mais rigoroso.

  • Clima temperado continental

Presente no interior do continente apresenta baixo índice pluviométrico e amplitude térmica elevada, isto é, com verões bastante quentes e invernos bastante frios.

  • Clima Temperado Mediterrâneo

Esse tipo se apresenta no hemisfério norte na zona mediterrânea, ele é caracterizado por inversos com intensa precipitação e verões com baixo índice de umidade, podendo a seca persistir de 3 a 9 meses dependendo da região.

Vegetação

Nesse clima o bioma predominante é o das Florestas temperadas que são caracterizadas pelo espaçamento entre as árvores e sendo caducifólia como atributo, isto é, com a perda das folhas no inverno e o aspecto alaranjado ou avermelhado das folhas no outono.

As pradarias também são pertencentes ao clima temperado.

  1. Clima mediterrâneo

Esse clima recebe esse nome devido a sua proximidade com o Mar Mediterrâneo, altamente influenciado pelo mar, ele possui um verão seco e invernos com temperaturas amenas e ocorrência esporádica de chuvas.

Quanto mais distante da área oceânica a temperatura poderá aumentar devido a ação das massas de ar.

Vegetação

A vegetação predominante é a floresta mediterrânea, composta de plantas posicionadas distante uma das outras. As principais espécies de árvores são os pinheiros e os cedros e também arbustos, espécies como medronheiros e loureiros, conhecidos como maquis.

  1. Clima desértico

Marcado pela baixa umidade, o clima desértico quente possuem altíssima amplitude térmica podendo ter mudanças bruscas de temperatura de dia e a noite.

Em áreas desérticas é possível a presença de áreas mais úmidas com maior diversidade de vegetação e fauna, derivados do surgimento de águas subterrâneas. Dessa forma desenvolvendo os Oásis.

Esse clima está em pelo menos quatro continentes, como a América, Oceania, África e Ásia.

Vegetação

Devido a baixíssima umidade, não há a possibilidade de crescimento nesse clima de vegetação de médio e grande porte. O que, portanto, significa a presença em abundância de vegetação rasteira com arbustos constituídos por espinhos e armazenamento de água.

  1. Clima continental árido

Esse clima é marcado pela baixa umidade do ar, possuindo um índice pluviométrico baixo, possuindo alta amplitude térmica, podendo variar desde 17 graus Celsius no verão até 20 graus Celsius negativos.

Esse tipo de clima ocorre na Ásia Central e também na Patagônia, na Argentina.

  1. Clima de altitude

A altitude é um fator decisivo para definir um clima. Ela afeta a temperatura, a insolação, a taxa de precipitação, pressão atmosférica e a frequência dos ventos.

A altitude também garante que a amplitude térmica durante o ano seja constante, porém na transição do dia para a noite é possível que a temperatura mude bruscamente.

Portanto, quando uma cidade, por exemplo, está localizada em uma região montanhosa ou de serra é comum que ela possua um perfil climático próprio em relação as suas vizinhas.

Isso é verdade especialmente em relação a cidade do Rio de Janeiro e de Petrópolis no sudeste do Brasil, pela última estar localizada em uma altitude mais elevada ela possui temperaturas mais frias.

Vegetação

A vegetação predominante é conhecida como vegetação de altitude, possuindo esse nome devido a influência direta da altitude para a sua presença. As espécies que se desenvolvem nessas condições são as gramíneas, musgos e liquens.

  1. Clima Polar

Presente nas extremidades do planeta em altas latitudes, o clima polar tem como característica baixas temperaturas durante todo o ano, ocorrendo momentos de precipitação de neve.

Devido ao eixo de inclinação terrestre, essa região pode carecer em temporadas do ano da presença de raios solares o que acarreta o fenômeno de ‘’noites’’ de seis meses de duração o inverso também é verdadeiro com a presença no calendário de temporadas sem noite.

Vegetação

A vegetação predominante nesse clima é conhecida como tundra e é formada por plantas rasteiras, liquens e musgos. Entretanto, essa vegetação somente surge no verão sendo completamente coberta por gelo no inverno.

Quanto menor a latitude menos a possibilidade da presença da vegetação restando somente as geleiras.

Climas do mundo    

Depois de apresentado os climas gerais encontrados no globo, esse tópico irá te auxiliar a identificar as regiões nas quais esses climas pertencem.

Esse artigo irá aprofundar-se mais no clima e vegetação brasileira, mas serão apresentadas para você as informações básicas das outras regiões.

Climas da América do Sul

A América do Sul é formada por duas zonas climáticas: a intertropical e a temperada do sul sendo que os climas que estão em maio relevância são o tropical e o equatorial seguido do subtropical e temperado.

Ademais, devido a regiões montanhosas, como no Chile, existem regiões que estão submetidas ao que foi visto anteriormente no artigo como Clima de Altitude.

A América do Sul é um continente de grande extensão, o que significa que um mesmo país pode apresentar diferentes perfis climáticos.

Esse é o caso da Argentina, o clima da Argentina é predominantemente temperado, porém no extremo norte apresenta clima tropical e no extremo sul temperaturas baixas com precipitação de neve.

Climas do Brasil

O Brasil também se enquadra no caso da Argentina, possuindo um território de grande extensão e por isso apresenta diferentes perfis climáticos: tropical, equatorial, semiárido e subtropical. Esses podem ser considerados os climas brasileiros.

Entretanto, sem dúvida é um país de climas quentes já que o clima tropical é o que abrange a maioria dos estados, especialmente o tropical, tropical de altitude e o tropical atlântico.

Uma particularidade interessante do país é a presença do clima semiárido na região nordeste outros climas do nordeste são o tropical e o equatorial úmido.

Os tipos de climas do Brasil variam de região para região, por exemplo, observando a região sudeste e em especial os climas do Rio de Janeiro são possíveis ver três tipos de clima: tropical semi-úmido, o tropical de altitude e o clima tropical.

Esses diferentes climas favorecem o crescimento de diferentes vegetações como a caatinga no nordeste e a mata atlântica no sudeste.

Vegetação  do Brasil

Como forma de compreender com mais detalhes a vegetação brasileira, aqui está uma lista dos principais biomas encontrados no território:

  • Caatinga: A caatinga está presente na região nordeste do país e se desenvolve em climas semiáridos com baixa úmida e pouca oscilação na temperatura. Grande parte da sua vegetação é composta por cactos e plantas xerófilas.
  • Cerrado: Encontrado na região norte, nordeste, sudeste e centro-oeste do Brasil, ele é comparado as savanas devido a composição por árvores de estatura baixa e média, com troncos retorcidos, além dos arbustos.
  • Mangue: presente no litoral brasileiro, ele se desenvolve em climas tropicais e subtropicais e é considerada uma ‘’vegetação de transição’’ entre o ambiente terrestre e o marinho. Ele surge em solo nutritivo com árvores de médio e grande porte portando raízes aéreas.
  • Pampa: Localizada no sul do país o Pampa é comparado as pradarias europeias por possuir vegetação similar como as gramíneas, apesar de que, diferente da pradaria, os pampas possuem árvores de pequeno porte e arbustos.
  • Pantanal: Localizado na região centro-oeste, o pantanal é considerada a maior planície alagada do mundo e surge em regiões de temperatura tropical como no Brasil, Paraguai e Bolívia.
  • Mata Atlântica: Também chamada de Floresta Tropical ou Floresta Atlântica ela está presente nas regiões litorâneas do país. Ademais, dependendo da região, a partir da existência de planalto e serras, ela pode apresentar microclimas como o subtropical úmido e o tropical de altitude.

Existem outros climas como o da Mata das Araucárias e o da Mata dos Cocais.

Climas da Europa

Quando se trata da Europa é difícil não pensar que o continente está sobre a influência somente de climas frios.

Entretanto, a Europa também compartilha de climas subtropicais, especialmente na região da Escandinávia e ao sul da Islândia e também alguns enclaves de clima semiárido na Espanha.

No geral, o clima que está em maior abundância na Europa Ocidental é o clima temperado enquanto no leste europeu, Rússia e Escandinávia há a predominância do clima continental com temperaturas abaixo de zero.

Vegetação da Europa

Os estepes são similares a caatinga brasileira, eles são biomas de transição entre as savanas e os desertos e estão presentes em regiões de ambiente temperado e subtropical.

A pradaria é um tipo de vegetação ausente de arbusto e arvores, diferente dos estepes as pradarias se desenvolvem em climas mais úmidos.

Climas da África

A África está submetida a quatro climas: o equatorial, predominante no centro-oete do continente e também na Costa do Marfim, o Tropical, presente na região central e sul da África, Desértico, presente no deserto do Saara (Região norte da África) e Calaari (Sudoeste da África) e por fim o ambiente mediterrâneo presente no extremo norte e sul do continente.

Vegetação da África

A savana é encontrada no continente africano especialmente em locais de ambiente tropical e subtropical. Como o cerrado brasileiro, ela possui uma vegetação predominantemente rasteira.

Climas da Ásia

A Ásia é contemplada por quatro climas: o siberiano, desértico, subtropical e o de monções:

  • O ar siberiano é composto por climas polares, onde as temperaturas estão baixas durante o ano e costuma estar localizado no extremo norte da região
  • O tempo semiárido está localizado na Ásia Central, com ampliação térmica não uniforme.
  • No sudeste chinês e no Japão é encontrado o ar subtropical com verões quentes e precipitações constantes durante os meses.
  • O clima de monções é encontrado especialmente na Índia.

Climas do Oriente médio

No Oriente médio os climas predominantes são o semiárido e o desértico, que como mencionado anteriormente, são marcados pelas temperaturas elevadas, grande oscilação térmica e baixa possibilidade de precipitação.

Entretanto, também há a presença de climas mediterrâneos nos litorais, com verões secos e invernos chuvosos.

O que você aprendeu sobre o clima do Brasil e do mundo

Sem sombra de dúvidas não é fácil memorizar todos os climas e vegetações encontradas pelo globo, porém é possível por hora compreender o básico sobre a organização climática da terra.

Esse artigo te apresentou desde os primeiros passos, informações básicas sobre a temperatura tanto no Brasil quanto no mundo, mostrando as vegetações e para qual ambiente é cada região.

Para aprofundar os seus estudos é importante que você leia artigos e projetos feitos por climatologistas ou por geógrafos especializados em geografia física. Dessa forma você poderá ter um conhecimento mais aprofundado com o que foi apresentado aqui.

Sistema solar: Quais planetas compõem o sistema

Sistema solar

Nosso sistema solar consiste de uma estrela comum que chamamos de Sol, os planetas – Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão. Inclui: os satélites dos planetas; numerosos cometas, asteróides, meteoróides e o meio interplanetário.

Quais planetas compõem o sistema solar?

O Sol é a fonte mais rica de energia eletromagnética (principalmente na forma de calor e luz) no sistema solar. O vizinho estelar mais próximo do Sol é uma estrela anã vermelha chamada Centauri, a uma distância de 4,3 anos-luz.

Todo o sistema solar, junto com as estrelas locais visíveis em uma noite clara, orbita o centro da nossa galáxia, um disco espiral de 200 bilhões de estrelas que chamamos de Via Láctea. A Via Láctea tem duas pequenas galáxias orbitando-a nas proximidades, visíveis do hemisfério sul. Eles são chamados de Grande Nuvem de Magalhães e a Pequena Nuvem de Magalhães.

A galáxia maior mais próxima é a galáxia de Andrômeda. É uma galáxia espiral como a Via Láctea, mas é 4 vezes mais massiva e está a 2 milhões de anos-luz de distância. Nossa galáxia, uma das bilhões de galáxias conhecidas, viaja pelo espaço intergaláctico.

Os planetas, a maioria dos satélites dos planetas e os asteróides giram em torno do Sol na mesma direção, em órbitas quase circulares. Ao olhar para baixo de cima do pólo norte do Sol, os planetas orbitam em sentido anti-horário. Os planetas orbitam o Sol ou próximo do mesmo plano, chamado de eclíptica.

Plutão é um caso especial em que sua órbita é a mais altamente inclinada (18 graus) e a mais elíptica de todos os planetas. Por causa disso, por parte de sua órbita, Plutão está mais próximo do Sol do que Netuno. O eixo de rotação da maioria dos planetas é quase perpendicular à eclíptica. As exceções são Urano e Plutão, que estão inclinados de lado.

Composição do sistema solar

Composição do sistema solar
Composição do sistema solar

O Sol contém 99,85% de toda a matéria no Sistema Solar. Os planetas, que se condensaram a partir do mesmo disco de material que formou o Sol, contêm apenas 0,135% da massa do sistema solar. Júpiter contém mais de duas vezes a matéria de todos os outros planetas combinados. Satélites dos planetas, cometas, asteróides, meteoróides e meio interplanetário constituem os 0,015% restantes. A tabela a seguir é uma lista da distribuição em massa dentro do nosso Sistema Solar.

  • Sol: 99,85%
  • Planetas: 0,135%
  • Cometas: 0,01%
  • Satélites: 0,00005%
  • Planetas Menores : 0,0000002%
  • Meteoróides: 0,0000001%
  • Meio interplanetário: 0,0000001%

Espaço interplanetário

Quase todo o sistema solar em volume parece ser um vazio vazio. Longe de ser nada, esse vácuo de “espaço” compreende o meio interplanetário. Inclui várias formas de energia e pelo menos dois componentes materiais: poeira interplanetária e gás interplanetário.

A poeira interplanetária consiste em partículas sólidas microscópicas. O gás interplanetário é um fluxo tênue de gás e partículas carregadas, principalmente prótons e elétrons – plasma – que fluem do Sol, chamado de vento solar .

Diagrama de vento solar

O vento solar pode ser medido por espaçonaves e tem um grande efeito nas caudas dos cometas. Também tem um efeito mensurável no movimento da espaçonave. A velocidade do vento solar é de aproximadamente 400 quilômetros por segundo nas proximidades da órbita da Terra.

O ponto em que o vento solar encontra o meio interestelar, que é o vento “solar” de outras estrelas, é chamado de heliopausa. É um limite teorizado como sendo aproximadamente circular ou em forma de lágrima, marcando a borda da influência do Sol talvezl. O espaço dentro do limite da heliopausa, contendo o Sol e o sistema solar, é chamado de heliosfera.

O campo magnético solar se estende para o espaço interplanetário; pode ser medido na Terra e por espaçonaves. O campo magnético solar é o campo magnético dominante em todas as regiões interplanetárias do sistema solar, exceto no ambiente imediato dos planetas que possuem seus próprios campos magnéticos.

Os planetas terrestres

Os planetas terrestres são os quatro planetas mais internos do sistema solar, Mercúrio, Vênus, Terra e Marte. Eles são chamados terrestres porque têm uma superfície compacta e rochosa como a da Terra. Os planetas, Vênus, Terra e Marte possuem atmosferas significativas, enquanto Mercúrio tem quase nenhum.

Os planetas jovianos

Júpiter, Saturno, Urano e Netuno são conhecidos como os planetas Jovianos (semelhantes a Júpiter), porque são todos gigantescos em comparação com a Terra e têm uma natureza gasosa como a de Júpiter. Os planetas jovianos também são chamados de gigantes gasosos, embora alguns deles possam ter pequenos núcleos sólidos.

Informações complementares Aqui

Painel solar: Vantagens e desvantagens

painel solar

Um painel solar é um conjunto de células solares que podem converter luz diretamente em eletricidade. Ao combinar a capacidade de vários painéis solares, parte das necessidades de eletricidade de uma família pode ser coberta.

No momento, dependendo do tipo de painel , 5 a 19% da energia da luz pode ser convertida em eletricidade. Isso é conhecido como a “ saída ” do painel. Como a tecnologia está sendo constantemente aprimorada, a saída deve aumentar ainda mais.

Usando painéis solares, você pode converter a luz solar, que é livre e inesgotável, em eletricidade. Essa conversão é conseguida graças ao chamado material “semicondutor”, do qual cada célula solar é produzida.

Painel solar: Duas gerações de painéis solares

Duas gerações de painéis solares
Duas gerações de painéis solares

O material mais utilizado para células solares é o silício. Este material pode ocorrer em três formas:

  • Silício monocristalino
  • Silício policristalino (ou multicristalino)
  • Silício amorfo

Estas várias formas produzem diferentes tipos de painéis solares com preços, vidas úteis e produção diferentes:

Os painéis solares de primeira geração utilizam silício monocristalino ou policristalino (produção de 12 a 19%).

Os painéis solares de segunda geração consistem em células solares feitas de silício amorfo. Este nome também se aplica a painéis solares baseados em outros materiais que apareceram no mercado mais recentemente:

  • CIS (cobre-índio-selênio)
  • CIS (cobre-índio-gálio-selênio)
  • CdTe (telureto de cádmio)

A característica particular desta segunda geração é que ela usa camadas semicondutoras finas. Isso explica por que esses painéis são menos caros e mais estéticos, mas também têm uma saída mais baixa (de 5 a 11%).

O conversor: o elemento mais importante na instalação

Um painel solar gera corrente contínua. Para poder usar essa corrente em casa ou colocar o excedente na rede, ela deve ser convertida em corrente alternada de 230 V. Isso é feito pelo conversor, que é integrado ao circuito elétrico próximo aos painéis solares.

Qual nível de produção podemos esperar?

A capacidade de uma instalação solar é expressa em watt peak (Wp). Esta é a capacidade elétrica máxima que uma célula solar pode produzir em circunstâncias ideais: coletor solar direcionado para o sol em um céu sem nuvens.

A orientação ideal para painéis solares é de fato voltada para o sul. Se os painéis forem instalados entre o sudeste e o sudoeste, a perda de produção será de 5%. Se os painéis forem instalados fora desses limites, a perda aumentará rapidamente. Na Bélgica, o ângulo ideal é de 35 °.

Aqui no Brasil, uma instalação de 1.000 Wp voltada para o sul a um ângulo de 35 ° e sem qualquer sombra gera aproximadamente 850 kWh / ano.

COMO OS PAINÉIS SOLARES FUNCIONAM?

Os painéis solares são uma das formas mais comuns de tecnologia renovável – eles trabalham convertendo a energia do sol em eletricidade. Isso é feito usando alguns pedacinhos de tecnologia muito inteligentes chamados células fotovoltaicas.

As células fotovoltaicas são intercaladas entre materiais semicondutores – normalmente silício, mas também podem ser de vidro ou resina polimérica – com diferentes propriedades eletrônicas para criar um campo elétrico.

Quando os fótons – ou a luz solar, como é mais comumente conhecida – atingem os painéis solares, os materiais semicondutores são energizados. Isso é conhecido como o efeito fotoelétrico e é isso que cria a corrente necessária para produzir eletricidade.

PAINEL SOLAR: MAS COMO ISSO FUNCIONA?

A maioria dos painéis solares atuais só reage ao espectro de luz visível, já que eles têm a energia mais forte, mas há muita pesquisa em andamento para aproveitar melhor o espectro total e permitir a geração de eletricidade a partir de raios ultravioleta e infravermelho.

Você não pode ligar a eletricidade gerada a partir de painéis solares diretamente na rede elétrica, pois é uma corrente contínua, portanto, primeiro precisa ser convertida para uma corrente alternada mais segura e estável. Para fazer isso, a eletricidade é passada através de um inversor, que pode ser canalizado para a rede nacional ou usado localmente.

Painel solar: Quais são as vantagens da energia solar?

Há muitos benefícios em usar a energia solar:

Potência garantida quando o sol está brilhando, o que significa que você tem uma forma consistente e estável de geração ao longo do dia.

O Brasil é realmente bem adaptado à energia solar porque você precisa da luz solar, não do calor, para gerar eletricidade.

Os painéis solares podem ser instalados em praticamente qualquer lugar – basta olhar para os nossos amigos da Brixton Energy que colocaram painéis solares nos telhados de prédios urbanos em Londres para ajudar a combater a pobreza de combustível e ajudar a reduzir a pegada de carbono da cidade.

Eles exigem pouca ou nenhuma manutenção após a instalação, tornando-os uma forma livre de problemas na criação de energia renovável. Os painéis solares não criam nenhum ruído ou poluição durante o trabalho, o que os torna perfeitos para aplicações urbanas e locais rurais.

Os painéis solares são muito seguros; eles são feitos principalmente de silício, então não há perigo de as células vazarem qualquer tipo de toxinas ou fumaça.

Painel solar: Quais são os desafios da energia solar?

Nenhum sistema é perfeito e a energia solar não é uma exceção. Há uma série de desafios para o uso eficiente da energia solar, incluindo:

Armazenamento de energia – como toda a energia solar é criada durante o dia, ela precisa ser armazenada para ser usada nos horários de pico durante a noite. Encontrar uma solução de armazenamento de bateria que possa armazenar o volume de eletricidade necessário é fundamental.

A percepção das pessoas – infelizmente, existem muitos equívocos em torno da energia solar e há uma enorme quantidade de educação necessária para uma maior aceitação desta forma de energia renovável.

Eles precisam ser monitorados – em um dia ensolarado, os parques solares precisam ser restritos, pois a quantidade de geração pode exceder a demanda, o que criaria instabilidade na rede, se deixada em paz.

O que acontece com a energia solar em dias nublados?

Essa é uma pergunta comum e você pode se surpreender com a resposta.

Simplificando, sim, a cobertura de nuvens resulta em geração reduzida.

No entanto, como os painéis solares usam o espectro visível de luz para gerar eletricidade, desde que seja leve o suficiente para ver, então é leve o suficiente para os painéis funcionarem.

Precisa estar quente para os painéis solares funcionarem?

Este é um equívoco comum, pois é a luz que gera energia, não o calor. Na verdade, quando fica muito quente (ou muito frio) os painéis solares perdem parte da sua eficiência.

Informações complementares Aqui

Marte é o planeta mais habitável do sistema solar?

Marte

Marte é o quarto planeta do sol. Combinando a cor sangrenta do Planeta Vermelho, os romanos batizaram o nome de seu deus da guerra. Na verdade, os romanos copiaram os antigos gregos, que também nomearam o planeta como seu deus da guerra, Ares.

Marte é descrito como o “Planeta Vermelho”

Outras civilizações também costumavam dar nomes ao planeta com base em sua cor – por exemplo, os egípcios chamavam-na de “Her Desher”, que significa “a vermelha”, enquanto os antigos astrônomos chineses chamavam-na de “estrela do fogo”.

Características físicas

A cor brilhante da ferrugem pela qual Marte é conhecido é devido aos minerais ricos em ferro em seu regolito – a poeira solta e a rocha cobrindo sua superfície. O solo da Terra também é uma espécie de regolito, embora carregado de conteúdo orgânico. Segundo a NASA, os minerais de ferro oxidam ou ferrugem, fazendo com que o solo pareça vermelho.

A atmosfera fria e fina significa que a água líquida provavelmente não pode existir na superfície marciana por qualquer período de tempo. Características chamadas linea e de declive recorrentes podem ter jorros de água salgada fluindo na superfície, mas essa evidência é contestada.

Alguns cientistas argumentam que o hidrogênio descoberto em órbita nessa região pode indicar sais salgados. Isso significa que, embora este planeta deserto tenha apenas metade do diâmetro da Terra, ele tem a mesma quantidade de terra seca.

O Planeta Vermelho abriga a montanha mais alta e o vale mais profundo e mais longo do sistema solar. O Monte Olimpo tem aproximadamente 27 quilômetros de altura, cerca de três vezes mais alto que o Monte Everest, enquanto o sistema de vales Valles Marineris – batizado com o nome da sonda Mariner 9 que o descobriu em 1971 – chega a 10 quilômetros ) e corre de leste a oeste por aproximadamente 4.000 km, cerca de um quinto da distância ao redor de Marte e perto da largura da Austrália.

Os cientistas acham que os Valles Marineris se formaram principalmente pela movimentação da crosta à medida que se estendia. Gargantas individuais dentro do sistema têm até 60 milhas de largura. Os canyons se fundem na parte central dos Valles Marineris em uma região de até 370 milhas) de largura. Grandes canais emergindo das extremidades de alguns canyons e sedimentos em camadas sugerem que os canyons podem ter sido preenchidos com água líquida.

Marte também tem os maiores vulcões do sistema solar, sendo o Olympus Mons um deles. O imenso vulcão, com cerca de 600 quilômetros de diâmetro, é amplo o suficiente para cobrir o estado do Novo México. O Monte Olimpo é um vulcão-escudo, com encostas que se elevam gradualmente como as dos vulcões havaianos, e foi criado por erupções de lavas que fluíam por longas distâncias antes de se solidificarem. Marte também tem muitos outros tipos de formas terrestres vulcânicas, desde cones pequenos e íngremes até enormes planícies revestidas de lava endurecida. Algumas pequenas erupções ainda podem ocorrer no planeta.

Canais, vales e barrancos são encontrados em Marte e sugerem que a água líquida tenha fluído na superfície do planeta nos últimos tempos. Alguns canais podem ter 60 milhas (100 km) de largura e 1.200 milhas (2.000 km) de comprimento. A água ainda pode estar em fendas e poros na rocha subterrânea . Um estudo realizado por cientistas em 2018 sugeriu que a água salgada abaixo da superfície de Marte poderia conter uma quantidade considerável de oxigênio, o que apoiaria a vida microbiana. No entanto, a quantidade de oxigênio depende da temperatura e pressão; mudanças de temperatura em Marte de tempos em tempos à medida que a inclinação de seu eixo de rotação muda.

Muitas regiões de Marte são planícies baixas e planas. As mais baixas das planícies do norte estão entre os lugares mais planos e lisos do sistema solar, potencialmente criados pela água que outrora fluía pela superfície marciana. O hemisfério norte encontra-se principalmente em uma elevação menor que o hemisfério sul, sugerindo que a crosta pode ser mais fina no norte do que no sul. Essa diferença entre o norte e o sul pode ser devido a um impacto muito grande logo após o nascimento de Marte.

O número de crateras em Marte varia drasticamente de um lugar para outro, dependendo da idade da superfície. Grande parte da superfície do hemisfério sul é extremamente antiga, assim como muitas crateras – incluindo a maior Hellas Planitia do planeta, com 2.400 milhas de largura (2.300 km) – enquanto a do hemisfério norte é mais jovem e tem menos crateras. Alguns vulcões também têm algumas crateras, o que sugere que elas entraram em erupção recentemente, com a lava resultante encobrindo quaisquer crateras antigas. Algumas crateras têm depósitos de restos de aparência incomum ao seu redor, lembrando lamacentas solidificadas, indicando potencialmente que o impactor atingiu a água subterrânea ou o gelo.

Tampas polares

Vastos depósitos do que parecem ser camadas finamente empilhadas de gelo de água e poeira se estendem dos pólos até latitudes de cerca de 80 graus em ambos os hemisférios. Estes foram provavelmente depositados pela atmosfera durante longos períodos de tempo. Em cima de grande parte desses depósitos em camadas em ambos os hemisférios estão tampas de gelo de água que permanecem congeladas o ano todo.

Bonés sazonais adicionais de gelo aparecem no inverno. Estes são feitos de dióxido de carbono sólido, também conhecido como “gelo seco”, que se condensou a partir do gás dióxido de carbono na atmosfera. Na parte mais profunda do inverno, essa geada pode se estender dos pólos até latitudes de até 45 graus, ou a meio caminho do equador. A camada de gelo seco parece ter uma textura fofa, como neve recém-caída, segundo um relatório do Journal of Geophysical Research-Planets.

Clima

Marte é muito mais frio que a Terra, em grande parte devido à sua maior distância do sol. A temperatura média é de cerca de menos 80 graus Fahrenheit (menos 60 graus Celsius), embora possa variar de menos 195 F (menos 125 C) perto dos pólos durante o inverno até 70 F (20 C) ao meio-dia perto do equador .

A atmosfera rica em dióxido de carbono de Marte é também cerca de 100 vezes menos densa do que a da Terra, mas ainda assim é suficientemente espessa para suportar clima, nuvens e ventos. A densidade da atmosfera varia sazonalmente, enquanto o inverno força o dióxido de carbono a congelar para fora do ar marciano. No passado antigo, a atmosfera era provavelmente mais espessa e capaz de suportar a água que fluía em sua superfície. Com o tempo, moléculas mais leves na atmosfera marciana escaparam sob pressão do vento solar, que afetou a atmosfera porque Marte não possui um campo magnético global. Este processo está sendo estudado hoje pela missão MAVEN (Mars Atmosphere and Volatile Evolution) da NASA .

O Mars Reconnaissance Orbiter da NASA encontrou as primeiras detecções definitivas de nuvens de neve de dióxido de carbono , fazendo de Marte o único corpo do sistema solar conhecido por abrigar um clima de inverno tão incomum. O Planeta Vermelho também faz com que a neve gelada caia das nuvens.

As tempestades de poeira em Marte são as maiores do sistema solar, capazes de cobrir todo o Planeta Vermelho e durar meses. Uma teoria de por que as tempestades de poeira podem crescer tanto em Marte é porque as partículas de poeira transportadas pelo ar absorvem a luz solar, aquecendo a atmosfera marciana em suas proximidades. Bolsas de ar quente fluem para regiões mais frias, gerando ventos. Ventos fortes levantam mais poeira do chão, o que, por sua vez, aquece a atmosfera, levantando mais vento e levantando mais poeira.

Características orbitais

O eixo de Marte, como o da Terra, está inclinado em relação ao sol. Isso significa que, assim como a Terra, a quantidade de luz solar que cai em certas partes do Planeta Vermelho pode variar muito durante o ano, dando as estações de Marte.

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No entanto, as estações que Marte experimenta são mais extremas do que as da Terra, porque a órbita elíptica ovalada do Planeta Vermelho em torno do Sol é mais alongada que a de qualquer um dos outros grandes planetas. Quando Marte está mais próximo do sol, seu hemisfério sul é inclinado em direção ao sol, dando-lhe um verão curto e muito quente, enquanto o hemisfério norte experimenta um inverno curto e frio. Quando Marte está mais distante do sol, o hemisfério norte é inclinado em direção ao sol, proporcionando um verão longo e ameno, enquanto o hemisfério sul experimenta um inverno longo e frio.

A inclinação do eixo do Planeta Vermelho oscila ao longo do tempo, porque não é estabilizada por uma lua grande, como a Terra é. Isso levou a diferentes climas na superfície marciana ao longo de sua história. Um estudo de 2017 sugere que a mudança de inclinação também influenciou a liberação de metano na atmosfera de Marte, causando períodos de aquecimento temporários que permitiram o fluxo de água.

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Energia solar: Vantagens e desvantagens

Energia solar

A energia solar é aquela energia produzida pela luz solar e o seu calor. Trata-se de uma captação dos raios solares para a geração de eletricidade ou a produção de calor. É inesgotável e renovável, uma vez que vem do sol. Ela é aproveitada usando painéis e espelhos.

O que é energia solar?

As células solares fotovoltaicas convertem a luz solar diretamente em eletricidade pelo chamado efeito fotovoltaico, pelo qual certos materiais são capazes de absorver fótons (partículas de luz) e liberar elétrons, gerando uma corrente elétrica.

Por outro lado, os coletores solares térmicos utilizam painéis ou espelhos para absorver e concentrar o calor do Sol, transferindo-o para um fluido e conduzindo-o por canos para usá-lo em prédios ou instalações, e também para produção de eletricidade (termoelétrica solar).

Quais são os benefícios da energia solar?

benefícios da energia solar
benefícios da energia solar

A energia solar oferece muitos benefícios que a tornam uma das formas de energia mais promissoras. Renovável, não poluente e disponível em todo o planeta, contribui para o desenvolvimento sustentável e a criação de empregos onde está instalado.

Da mesma forma, a simplicidade dessa tecnologia a torna ideal para uso em áreas rurais ou de difícil acesso e isoladas da rede elétrica. A energia solar também é útil para gerar eletricidade em grande escala e injetá-la na rede, especialmente em regiões onde a meteorologia proporciona muitas horas de sol por ano.

Os módulos de captura solar são relativamente fáceis de manter, o que, uma vez que que temos a redução contínua e acentuada no custo dos painéis fotovoltaicos. As usinas solares também não emitem gases poluentes e são silenciosas.

Outra vantagem da energia proveniente do Sol é sua capacidade de gerar riqueza local, diminuindo a dependência energética do exterior. Embora seja certo que a energia solar é intermitente e depende diretamente do clima e dos ciclos diurnos e noturnos, os rápidos avanços nas tecnologias de armazenamento de eletricidade estão reduzindo essa dependência e levarão à crescente participação da energia solar no sistema energético.

RESUMO DOS BENEFÍCIOS DA ENERGIA SOLAR

  • Renovável
  • Inesgotável
  • Não poluente
  • Evita o aquecimento global
  • Reduz o uso de combustíveis fósseis
  • Reduz as importações de energia
  • Gera riqueza e empregos locais
  • Contribui para o desenvolvimento sustentável
  • É modular e muito versátil, adaptável a diferentes situações
  • Pode ser aplicado da mesma forma para geração de eletricidade em grande escala e em pequena escala em áreas isoladas da rede

Como a energia solar é obtida?

Como a energia solar é obtida
Como a energia solar é obtida

O sol fornece energia de duas maneiras diferentes:

  • Ele fornece calor extraído por espelhos que concentram a luz do sol em um receptor que contém um fluido que atinge temperaturas de até 1.000 ° C. O calor transforma o fluido em vapor que move uma turbina e finalmente produz eletricidade.
  • Ele fornece luz que é convertida em eletricidade através de painéis solares fotovoltaicos. Painéis fotovoltaicos são formados por grupos de células ou células solares que convertem luz (fótons) em energia elétrica (elétrons).

A energia solar funciona capturando a energia do sol e transformando-a em eletricidade. Nosso sol é um reator nuclear natural. Ele libera pequenos pacotes de energia chamados fótons, que viajam a 93 milhões de quilômetros do sol para a Terra em cerca de 8,5 minutos.

A cada hora, fótons suficientes afetam nosso planeta para gerar energia solar suficiente para satisfazer as necessidades globais de energia por um ano inteiro.

Atualmente, a energia fotovoltaica representa apenas cinco décimos de um por cento da energia consumida nos Estados Unidos. Mas a tecnologia solar está melhorando e o custo da energia solar está caindo rapidamente, então nossa capacidade de aproveitar a abundância de energia do sol está aumentando.

Um relatório de 2017 da Agência Internacional de Energia mostra que a energia solar se tornou a fonte de energia que mais cresce no mundo – marcando a primeira vez que o crescimento da energia solar ultrapassou o de todos os outros combustíveis.

Nos próximos anos, todos estaremos aproveitando os benefícios da eletricidade gerada por energia solar de uma forma ou de outra.

Como funcionam os painéis solares?

Quando os fótons atingem uma célula solar, eles soltam os elétrons de seus átomos. Se os condutores estão ligados aos lados positivo e negativo de uma célula, forma um circuito elétrico.

Quando os elétrons fluem por esse circuito, eles geram eletricidade. Células múltiplas formam um painel solar e vários painéis (módulos) podem ser conectados para formar um painel solar. Quanto mais painéis você puder implantar, mais energia você pode gerar.

O que são painéis solares feitos?

Os painéis solares fotovoltaicos (PV) são compostos de muitas células solares. As células solares são feitas de silício, como semicondutores. Eles são construídos com uma camada positiva e uma camada negativa, que juntos criam um campo elétrico, assim como em uma bateria.

Como os painéis solares geram eletricidade?

Os painéis solares fotovoltaicos geram eletricidade de corrente contínua (DC) e com ajuda de um inversor, converte-se a corrente contínua em corrente alternada.

Com corrente alternada, os elétrons são empurrados e puxados, invertendo a direção periodicamente, muito parecido com o cilindro do motor de um carro. Os geradores criam eletricidade CA quando uma bobina de fio é girada ao lado de um imã. Muitas fontes de energia diferentes podem “girar a manivela” deste gerador, como gás ou diesel.

A eletricidade CA foi escolhida para a rede de energia elétrica dos EUA, principalmente porque é menos dispendiosa transmitir por longas distâncias. No entanto, os painéis solares criam eletricidade de corrente contínua.

O que faz um inversor solar?

Um inversor solar retira a eletricidade de DC do painel solar e usa isso para criar eletricidade CA. Inversores são como os cérebros do sistema. Juntamente com a inversão de corrente contínua em corrente alternada, eles também fornecem proteção contra falha de aterramento e estatísticas do sistema, incluindo tensão e corrente nos circuitos CA e DC – produção de energia e rastreamento do ponto de potência máxima.

Inversores centrais dominaram a indústria solar desde o início. A introdução de micro-inversores é uma das maiores mudanças tecnológicas na indústria de PV. Os micro-inversores otimizam para cada painel solar individual, não para um sistema solar inteiro, como os inversores centrais fazem.

Isso permite que cada painel solar funcione com potencial máximo. Quando um inversor central é usado, ter um problema em um painel solar (talvez esteja na sombra ou esteja sujo) pode reduzir o desempenho de todos os painéis solares.

Como funciona um sistema de painel solar?

Aqui está um exemplo de como funciona uma instalação de energia solar em casa. Primeiro, a luz solar atinge um painel solar no telhado. Os painéis convertem a energia em corrente contínua, que flui para um inversor.

O inversor converte a eletricidade de DC para AC, que você pode usar para alimentar sua casa. É lindamente simples e limpo, e está ficando mais eficiente e acessível o tempo todo.

No entanto, o que acontece se você não estiver em casa para usar a eletricidade que seus painéis solares estão gerando a cada dia ensolarado? E o que acontece à noite quando o seu sistema solar não está gerando energia em tempo real?

Desvantagens da energia solar

Embora muitas coisas boas sejam ditas todos os dias sobre a energia solar, as pessoas devem se familiarizar com as desvantagens da energia solar antes de comprometer qualquer recurso financeiro. Aqui está um esboço das desvantagens básicas da energia solar:

  1. Não é 100% confiável

Isso significa que quando o sol não está brilhando, não há geração de energia. A geração de energia é afetada principalmente durante a noite e durante os meses de inverno. A maioria das pessoas já investiu em sistemas de backup de bateria, que armazenam energia para serem usados ​​quando o sol não está brilhando. No entanto, investir em sistemas de backup pode aumentar o custo total da instalação de um painel solar. Na maior parte acaba não agregando valor à tecnologia de energia solar.

Ao contrário de outras fontes de energia renováveis que também podem ser operadas durante a noite, os painéis solares são inúteis, o que significa que você precisa depender da rede elétrica local para obter energia durante a noite ou comprar baterias solares para armazenar o excesso de energia para utilizar na noite. Além disso, tempestades ou furacões também reduzem sua capacidade de atrair energia durante esses dias.

2. Problema de eficiência

Muito tem sido documentado sobre a ineficiência da energia solar. A maioria das pessoas não entende o que significa eficiência. As pessoas olham para 15% de eficiência e acham que não é bom o suficiente. Eles acham que a eficiência ideal deveria ser 100%. A eficiência é toda sobre a quantidade de espaço necessária para gerar a energia. Você ficaria chocado ao saber que um painel solar de 250 watts com 15% de eficiência produz a mesma potência que um painel solar de 250 watts com 20% de eficiência. A disparidade é mostrada em tamanho. Painéis menores tendem a ser mais eficientes do que os painéis maiores.

Maior eficiência é vital quando se olha para alimentar pequenos eletrônicos devido ao aspecto espacial. No entanto, um teto é adequado para gerar energia para qualquer uso doméstico. Isto significa que as pessoas só investem em painéis solares no telhado quando o espaço do telhado é pequeno. Também é bom notar que painéis mais eficientes são relativamente caros.

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Energia potencial: Vantagens e desvantagens

Energia potencial

Energia Potencial é a energia armazenada em condições de poder vir a ser utilizada e depende da posição relativa de várias partes de um sistema e/ou corpo.

Um objeto pode armazenar energia como resultado de sua posição. Por exemplo, a bola pesada de uma máquina de demolição está armazenando energia quando é mantida em uma posição elevada.

O que é energia potencial?

Essa energia armazenada enquanto a bola está em posição elevada é referida como energia potencial. Da mesma forma, um arco desenhado é capaz de armazenar energia como resultado de sua posição. Ao assumir sua posição usual (isto é, quando não for desenhado), não há energia armazenada na proa. No entanto, quando sua posição é alterada de sua posição habitual de equilíbrio, o arco é capaz de armazenar energia em virtude de sua posição.

TIPOS DE ENERGIA

Na prática, existem dois tipos de energia potencial: Gravitacional e Elástica.

ENERGIA POTENCIAL GRAVITACIONAL

ENERGIA POTENCIAL GRAVITACIONAL
ENERGIA POTENCIAL GRAVITACIONAL

A energia gravitacional ou energia potencial gravitacional é a energia armazenada no objeto por causa de sua altura acima do solo dentro do campo gravitacional. Todos nós experimentamos a força da gravidade dentro do campo gravitacional da Terra.

Se o trabalho for feito no objeto contra a força gravitacional, o objeto ganhará energia potencial gravitacional.

Por exemplo, quando um objeto é levantado até uma altura ‘h’, o trabalho é feito contra a força gravitacional que está puxando para baixo. Este trabalho feito no objeto é armazenado como energia potencial. Se esse objeto levantado for liberado da altura ‘h’, sua energia potencial será convertida na energia de movimento ou energia cinética.

A quantidade de energia potencial gravitacional que um objeto possui depende da massa do objeto e da altura do objeto acima do solo. Objetos que estão em grande altura acima do solo têm mais energia potencial. Da mesma forma, objetos que estão a pequena altura acima do solo têm menos energia potencial.

Objetos que têm mais massa têm mais energia potencial. Da mesma forma, objetos que têm menos massa têm menos energia potencial.

Vamos considerar, por exemplo, que o objeto C tem mais energia potencial que o objeto B, porque o objeto C tem mais massa do que o objeto B. Similarmente, o objeto A tem menos energia potencial do que objeto C, porque o objeto A está presente a menos altura.

ENERGIA POTENCIAL ELÁSTICA

ENERGIA POTENCIAL ELÁSTICA
ENERGIA POTENCIAL ELÁSTICA

Energia potencial elástica é a energia armazenada em um objeto que é esticado ou comprimido. A energia potencial elástica pode ser armazenada nos objetos elásticos, como molas, elásticos etc. Qualquer mola que seja esticada ou comprimida armazenou energia potencial elástica.

Vamos considerar uma mola que não esteja esticada. Se você aplicar força em uma mola e esticá-la, então a energia é transferida para a mola. A energia que foi adquirida pela neste processo é chamada de energia potencial elástica.

A quantidade de energia potencial elástica armazenada em uma mola comprimida é igual à quantidade de trabalho realizado ou energia aplicada para esticar a mola. Se mais quantidade de força é aplicado na mola, então mais quantidade de energia potencial elástica é armazenada. Da mesma forma, se for aplicada menos quantidade de força na mola, então menor quantidade de energia potencial elástica é armazenada na primavera.

PODEMOS APROVEITAR A ENERGIA POTENCIAL PARA GERAR ELETRICIDADE?

A gravidade é uma força natural poderosa que, como muitas outras forças, os humanos começaram a colher para produzir eletricidade. As represas hidrelétricas podem usar água, mas também usam a gravidade para ajudar a produzir eletricidade.

O mesmo vale para geradores de maré. Se você quiser gerar eletricidade usando a gravidade, não é difícil, mas as quantidades necessárias para gerar eletricidade suficiente para abastecer uma casa exigirão uma fonte maior do que uma calha coletora ou um pequeno riacho.

Para gerar eletricidade usando a força da gravidade, você deve encontrar uma fonte onde a gravidade cause movimento. Movimento é energia cinética e você precisa converter isso em eletricidade. Um riacho que flui para baixo, uma cachoeira, chuva saindo de uma calha – todos estes são considerados movimento causado pela gravidade. Você precisa, portanto, encontrar um local apropriado.

O próximo passo é instalar uma turbina. Essas máquinas funcionam de maneira semelhante a uma roda d’água. Uma parte da turbina elétrica é girada por uma força, neste caso líquido sendo puxado pela gravidade. O giro da roda gira um eixo central, que por sua vez irá girar um imã cercado por fio de cobre. Isso cria uma corrente elétrica, que pode ser usada imediatamente ou armazenada em uma bateria.

O passo final é usar a eletricidade produzida. Como mencionado acima, quanto maior a fonte, mais eletricidade você pode produzir. Mas tenha em mente que quanto maior a fonte, maior a turbina que você precisará para lidar com isso.

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Energia nuclear: Vantagens e desvantagens

Energia nuclear

A energia nuclear é basicamente a produção de energia a partir de núcleos atômicos pelo uso de uma reação nuclear controlada. Atualmente, o único método em uso é a fissão nuclear (em que um átomo se divide em dois), mas há pesquisas contínuas na área da fusão nuclear que tem sido considerada a fonte perfeita e “infinita” de energia segura e barata.

O que é energia nuclear?

O urânio é o elemento “radioativo” usado na fissão nuclear. A forma como gera eletricidade é que em um reator nuclear o núcleo de urânio é bombardeado por um nêutron livre, que então produz dois átomos menores e até três nêutrons e energia livres.

Esse processo pode se tornar autossustentável e produzir uma enorme quantidade de energia à medida que mais nêutrons livres são liberados do evento de fissão do que o necessário para iniciá-lo.

Central nuclear

Usinas nucleares operam capturando a energia liberada da divisão do núcleo de urânio. Isso ocorre no reator (que é usado como fonte de calor) que, em seguida, aquece a água que é transportada do núcleo como vapor ou água superaquecida, que também é convertida em vapor. Este vapor aciona então uma turbina que faz girar um gerador e assim produzir eletricidade.

O urânio enriquecido é geralmente formado em pelotas com cerca de 2,5 cm de comprimento. Esses pellets são então transformados em hastes longas, que são então coletadas em feixes. Os feixes são então submersos em água dentro de uma válvula de pressão. Esse feixe de urânio aquece a água e a transforma em vapor, que aciona uma turbina.

As usinas de energia nucleares são muito semelhantes a uma usina padrão a carvão, mas como emitem altos níveis de radiação perigosa, uma série de precauções extras é necessária.

O reator é alojado em um revestimento de concreto, que atua como um escudo de radiação. Este é ele próprio alojado dentro de uma grande embarcação de aço que impede o vazamento de gases ou fluidos radioativos. Isto é então tudo contido dentro de um edifício de concreto, que é à prova de desastres (terremotos, bombas).

Atualmente, existem mais de 430 usinas nucleares em operação em todo o mundo e elas fornecem mais de 2% da produção total de energia do mundo e 15% da eletricidade mundial.

Vantagens da energia nuclear

  • A energia nuclear é considerada um método mais limpo de produção de energia do que os combustíveis fósseis padrão.
  • Não produz gases de efeito estufa (emissão quase zero)
  • Cada planta produz uma enorme quantidade de energia.
  • As plantas são muito bem projetadas e executadas e muito raramente apresentam problemas (exceto por erro humano).
  • Novas usinas são muito mais eficientes e seguras do que suas contrapartes mais antigas.
  • Usinas nucleares têm custos operacionais muito baixos (apenas uma pequena quantidade de urânio é necessário.)
  • É relatado que os resíduos nuclear pode ser armazenado com segurança no subsolo (embora esta é uma questão fortemente debatida.)

Desvantagens da energia nuclear

  • Produz resíduos perigosos que precisam ser armazenados no subsolo e permanecer radioativos por muito tempo.
  • Custos iniciais muito altos
  • Mineração e refino O urânio não é muito limpo. Além disso, os custos de transporte são muito altos, o que aumenta o custo da energia nuclear.

Questões Que Afetam A Energia Nuclear

Energia nuclear como funciona
Energia nuclear como funciona

Os países podem ter uma série de motivos para a implantação de usinas nucleares, incluindo a falta de recursos energéticos nativos, o desejo de independência energética e a meta de limitar as emissões de gases de efeito estufa usando uma fonte de eletricidade sem carbono.

Os benefícios da aplicação da energia nuclear a essas necessidades são substanciais, mas são temperados por uma série de questões que precisam ser consideradas, incluindo a segurança dos reatores nucleares, seu custo, o descarte de resíduos radioativos e um potencial para o combustível nuclear.

Segurança

A segurança dos reatores nucleares tornou-se primordial desde o acidente de Fukushima em 2011. As lições aprendidas com esse desastre incluíram a adoção de regulamentação informada pelo risco, fortalecer os sistemas de gestão para que as decisões tomadas em caso de severo – os acidentes baseiam-se na segurança e não nos custos ou repercussões políticas, avaliam periodicamente novas informações sobre os riscos decorrentes de desastres naturais, como terremotos e tsunamis associados, e tomam medidas para mitigar as possíveis conseqüências de um blecaute da estação.

Os quatro reatores envolvidos no acidente de Fukushima foram BWRs de primeira geração projetados na década de 1960. Projetos mais novos da Geração III, por outro lado, incorporam sistemas de segurança aprimorados e confiam mais nos chamados projetos de segurança passiva (isto é, direcionar a água de resfriamento pela gravidade, em vez de movê-la por bombas), a fim de manter as plantas seguras em caso de acidente grave ou interrupção da estação.

Por exemplo, no projeto Westinghouse AP1000, o calor residual seria removido do reator pela água que circula sob a influência da gravidade dos reservatórios localizados dentro da estrutura de contenção do reator. Os sistemas de segurança ativa e passiva também são incorporados ao Reator Europeu de Água Pressurizada (EPR).

Tradicionalmente, os sistemas de segurança aprimorados resultaram em custos de construção mais altos, mas os projetos de segurança passiva, exigindo a instalação de muito menos bombas, válvulas e tubulações associadas, podem na verdade render uma economia de custos.

Economia

Uma medida econômica conveniente usada na indústria de energia é conhecida como custo nivelado da eletricidade, ou LCOE, que é o custo de gerar um quilowatt-hora (kWh) de eletricidade média ao longo da vida útil da usina. O LCOE também é conhecido como “custo de barramento”, pois representa o custo da eletricidade até o barramento da usina, um aparato condutor que liga os geradores da usina e outros componentes ao equipamento de distribuição e transmissão que fornece a eletricidade ao sistema.

O custo do barramento de uma usina de energia nuclear é determinado por:

1) custos de capital de construção, incluindo custos financeiros,

2) custos de combustível,

3) custos de operação e manutenção e

4) custos de desativação e descarte de resíduos.

Para usinas nucleares, os custos de barramento são dominados pelos custos de capital, que podem representar mais de 70% do LCOE. Os custos de combustível, por outro lado, são um fator relativamente pequeno no LCOE de uma usina nuclear (menos de 20%). Como resultado, o custo da eletricidade de uma usina nuclear é muito sensível aos custos de construção e taxas de juros, mas relativamente insensível ao preço do urânio. De fato, os custos de combustível para usinas movidas a carvão tendem a ser substancialmente maiores do que as das usinas nucleares.

Mesmo que o combustível para um reator nuclear tenha que ser fabricado, o custo do combustível nuclear é substancialmente menor do que o custo do combustível fóssil por quilowatt-hora de eletricidade gerada. Esta vantagem de custo de combustível é devido ao enorme conteúdo de energia de cada unidade de combustível nuclear comparado ao combustível fóssil.

Os custos de O & M para usinas nucleares tendem a ser mais altos do que aqueles para usinas de combustível fóssil, devido à complexidade de uma usina nuclear e às questões regulatórias que surgem durante a operação da usina. Os custos de desmantelamento e eliminação de resíduos estão incluídos nas taxas cobradas pelas empresas de eletricidade.

No início do século 21, a eletricidade de usinas nucleares normalmente custa menos que a eletricidade de usinas a carvão, mas essa fórmula pode não se aplicar à nova geração de usinas nucleares, dada a sensibilidade dos custos de barramento aos custos de construção e taxas de juros. Outra grande incerteza é a possibilidade de impostos sobre o carbono ou regulamentos mais rígidos sobre as emissões de dióxido de carbono. Essas medidas quase certamente elevariam os custos operacionais das usinas de carvão e, assim, tornariam a energia nuclear mais competitiva.

Proliferação

Há muito se afirma que o desenvolvimento e a expansão da energia nuclear comercial levaram à proliferação de armas nucleares, porque os elementos do ciclo de combustível nuclear (incluindo o urânio enriquecimento e reprocessamento de combustível irradiado) também podem servir como vias para o desenvolvimento de armas. No entanto, a história do desenvolvimento de armas nucleares não apóia a noção de uma conexão necessária entre a proliferação de armas e a energia nuclear comercial.

O primeiro caminho para a proliferação, enriquecimento de urânio, pode levar a uma arma nuclear baseada em urânio altamente enriquecido. Considera-se relativamente simples para um país fabricar uma arma com urânio altamente enriquecido, mas o impedimento historicamente tem sido a dificuldade do processo de enriquecimento.

O segundo caminho para a proliferação, reprocessamento, resulta na separação do plutónio do combustível irradiado altamente radioactivo. O plutônio pode então ser usado em uma arma nuclear. No entanto, o reprocessamento é fortemente protegido nos países onde é realizado, tornando o reprocessamento comercial um caminho improvável para a proliferação. Além disso, é considerado mais difícil construir uma arma com plutônio versus urânio altamente enriquecido.

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Mais de 20 países desenvolveram indústrias de energia nuclear sem construir armas nucleares. Por outro lado, os países que construíram e testaram armas nucleares seguiram outros caminhos além de comprar reatores nucleares comerciais, reprocessar o combustível usado e obter plutônio.

Alguns construíram instalações com o propósito expresso de enriquecer urânio; alguns construíram reatores de produção de plutônio; e alguns desviaram sub-repticiamente os reatores de pesquisa para a produção de plutônio. Todos esses caminhos para a proliferação nuclear têm sido mais eficazes, menos caros e mais fáceis de esconder de olhares indiscretos do que a rota de energia nuclear comercial.

No entanto, a proliferação nuclear continua sendo uma questão altamente sensível, e qualquer país que deseje lançar uma indústria comercial de energia nuclear necessariamente chamará a atenção dos órgãos de supervisão, como a Agência Internacional de Energia Atômica.

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Energia mecânica: Vantagens e desvantagens

Energia mecânica

Energia mecânica é a soma da energia cinética, (ou energia do movimento) e a energia potencial (energia armazenada em um sistema em razão da posição de suas partes). A energia mecânica é constante em um sistema que tem apenas forças gravitacionais ou em um sistema de outra forma idealizado – isto é, uma falta de forças dissipativas, como fricção e resistência do ar, ou em que tais forças podem ser razoavelmente negligenciadas.

Energia mecânica o que é?

Assim, um pêndulo oscilante tem sua maior energia cinética e menos energia potencial na posição vertical, na qual sua velocidade é maior e sua altura menor. Por outro, tem sua energia cinética menor e maior energia potencial nas extremidades de seu balanço, em que sua velocidade é zero e sua altura é maior. Conforme o pêndulo se move, a energia está continuamente passando de um lado para outro entre as duas formas.

Negligenciando o atrito no pivô e na resistência do ar, a soma das energias cinéticas e potenciais do pêndulo, ou sua energia mecânica, é constante. Na verdade, a energia mecânica do sistema é diminuída no final de cada oscilação pela pequena quantidade de energia transferida para fora do sistema pelo trabalho feito pelo pêndulo em oposição às forças de atrito e resistência do ar.

O que é energia mecânica?

O sistema lunar é quase constante, pois é ritmicamente intercambiável entre suas formas cinética e potencial.

Quando a Lua está mais distante da Terra em sua órbita quase elíptica, sua velocidade é menor. Sua energia cinética diminuiu e sua energia potencial é maior. Quando a Lua está mais próxima da Terra, ela viaja mais rápido; alguma energia potencial foi convertida em energia cinética.

Como converter energia mecânica em energia elétrica

Energia mecânica como funciona?
Energia mecânica como funciona?

Uma bateria converte energia química em eletricidade, e uma célula solar produz eletricidade a partir da energia do sol, mas se você quiser produzir eletricidade a partir de energia mecânica, você precisa de um gerador de indução. Esses geradores podem ser pequenos o bastante para alimentar uma lanterna estilo manivela ou grande o suficiente para energizar cidades inteiras, mas todos trabalham com base no princípio da indução eletromagnética, descoberta por Michael Faraday, físico e inventor inglês do século XIX. Hoje, os geradores de indução que funcionam com uma variedade de combustíveis fornecem eletricidade para a maioria da população mundial.

Como funciona a indução

O experimento de indução de Faraday é provavelmente um dos mais importantes da física, e foi relativamente simples. Ele enrolou um pedaço de fio condutor em torno de um núcleo circular e conectou o fio a um condutor. Ele descobriu que mover um ímã pelo centro do círculo fazia a corrente fluir pelo fio.

A corrente parou quando ele parou de mover o imã, e fluiu na direção oposta quando ele inverteu a direção do imã. Mais tarde, ele formulou a lei da indução eletromagnética, agora conhecida como Lei de Faraday, que relacionou a força da corrente com a magnitude da mudança do campo magnético, também conhecida como fluxo magnético. A força do ímã, o número de bobinas ao redor do núcleo e as características do fio condutor influenciam os cálculos para geradores do mundo real.

Como os geradores usam a indução

Esteja localizado dentro de um gerador doméstico, seu carro ou uma usina nuclear, os geradores geralmente incorporam os mesmos recursos. Eles incluem um rotor com um núcleo oco que gira em torno de um estator. O estator é tipicamente um ímã poderoso, enquanto as bobinas que transportam eletricidade são enroladas ao redor do rotor. Em alguns geradores, as bobinas são enroladas ao redor do estator e o rotor é magnetizado. Não importa. De qualquer maneira, a eletricidade fluirá.

O rotor precisa girar para que a eletricidade flua, e é aí que entra a energia mecânica. Os geradores de grande escala utilizam uma variedade de combustíveis e processos naturais para essa energia. Com cada rotação do rotor, o fluxo de corrente pára, inverte, pára novamente e retorna para a direção para frente. Este tipo de eletricidade é chamado corrente alternada, e o número de vezes que muda de direção em um segundo é uma característica importante.

Tipos de Combustível

O rotor na maioria dos geradores é conectado a uma turbina e, em muitas usinas geradoras, a turbina é acionada por vapor. A energia é necessária para aquecer a água para produzir este vapor, e essa energia pode ser fornecida por combustíveis fósseis, como carvão e gás natural, biomassa ou fissão nuclear.

O combustível também pode vir de fontes naturais, como energia geotérmica – calor natural que emana das profundezas do solo. Geradores hidrelétricos são alimentados pela energia de uma cachoeira. O primeiro gerador hidrelétrico do mundo, projetado por Nikola Tesla e construído por George Westinghouse, está localizado nas Cataratas do Niágara. Ela gera cerca de 4,9 milhões de quilowatts de energia, o suficiente para 3,8 milhões de lares.

Fazendo seu próprio gerador

É muito fácil construir um gerador. Muitos projetos são possíveis, mas um dos mais fáceis consiste em uma bobina estacionária e um ímã giratório. Os fios são enrolados em torno de um prego revestido com fita isoladora e o ímã pode ser um simples em forma de ferradura. Quando você faz um furo através da base do imã, insere um eixo apertado e conecta o eixo a uma broca, você pode gerar eletricidade suficiente para acender uma lâmpada apenas operando a broca para fazer o imã girar em torno da bobina.

Vantagens e desvantagens da Energia Mecânica

O poder do movimento mecânico executa muitas tarefas que costumavam vir do trabalho bruto humano ou animal. Transporte, construção e fabricação tornaram-se mais eficientes com a ajuda de máquinas. Para todos os benefícios, no entanto, as máquinas apresentam problemas, tanto técnicos como sociais. Transmitir energia mecânica por longas distâncias é ineficiente. A manutenção de máquinas é complicada e leva tempo, dinheiro e trabalho.

Uso Direto

A energia mecânica faz um impacto direto e imediato onde você a usa. Em um canteiro de obras, guindastes levantam cargas pesadas, material de serra cortada e escavadeiras escavam terra. As máquinas obtêm sua energia da eletricidade ou da energia química do combustível. A eletricidade e o combustível não fazem trabalho útil por si mesmos até que as máquinas convertam suas energias em energia mecânica.

Transmissão de Longa Distância

Enviar energia mecânica por longas distâncias é ineficiente. Fricção em cordas, engrenagens e outros mecanismos transformam grande parte da energia mecânica útil em calor antes de chegar ao seu destino. Transmitir energia mecânica desta maneira também é volumoso e pesado. Aqui, a energia elétrica e química tem uma vantagem. Tubulações e linhas de energia transportam combustível e eletricidade muitas milhas com boa eficiência.

Poder

As máquinas desenvolvem níveis muito mais altos de energia do que o trabalho manual, tanto em termos absolutos quanto em tamanho. Uma broca alimentada por bateria permite colocar várias vezes os parafusos do que você poderia instalar manualmente. Empilhadeiras, elevadores e guindastes levantam toneladas de materiais rapidamente e sem esforço. Os veículos movidos por motores e motores movem cargas pesadas em velocidades muito superiores às que os animais de tração podem gerenciar.

Segurança

A energia mecânica tem benefícios e desvantagens de segurança. A substituição do trabalho manual por máquinas elimina muitas causas de lesões por esforço e acidentes. Máquinas também causaram muitos ferimentos. O poder das máquinas, seu peso e mecanismos inflexíveis criam situações perigosas. Com o tempo, os projetos de máquinas e o treinamento para usá-los reduziram os ferimentos, embora os perigos permaneçam.

Manutenção

Todas as máquinas se desgastam com o tempo e exigem peças de reposição, lubrificação e ajustes. Se uma máquina recebe pouca manutenção, ela finalmente pára de funcionar. Antes de parar de funcionar, pode se tornar um problema de segurança. Custa dinheiro para produzir e estocar peças de reposição e treinar pessoas para reparar máquinas. A energia mecânica não pode fornecer seus benefícios sem a manutenção adequada das máquinas.

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Energia cinética: Vantagens e desvantagens

Energia cinética

A energia cinética é a energia que um objeto tem por causa de seu movimento. Se quisermos acelerar um objeto, devemos aplicar uma força. Aplicar uma força exige que façamos um trabalho.

Após o trabalho ter sido feito, a energia foi transferida para o objeto, e o objeto estará se movendo com uma nova velocidade constante. A energia transferida é conhecida como energia cinética e depende da massa e da velocidade alcançada.

A energia cinética pode ser transferida entre objetos e transformada em outros tipos de energia. Por exemplo, um esquilo voador pode colidir com um esquilo estacionário. Após a colisão, parte da energia cinética inicial do esquilo pode ter sido transferida para o esquilo ou transformada em alguma outra forma de energia.

APROVEITAR A ENERGIA CINÉTICA PARA GERAR ELETRICIDADE

Há movimento em todos os lugares do nosso mundo. E se pudéssemos aproveitar a energia que seria desperdiçada para alimentar nossos dispositivos e gerar eletricidade limpa? É bom demais para ser verdade? Escrevemos muitos artigos sobre várias coisas que fazem isso, mas nunca olhamos realmente para o campo como um todo, com uma explicação de como funciona e uma visão geral dos prós e contras de tentando aproveitar a energia cinética.

Então, a primeira coisa: a energia cinética é a energia do movimento. Acelerar um objeto de uma posição de repouso para uma certa velocidade requer energia e o objeto mantém essa energia enquanto sua velocidade não muda. Quando o objeto desacelera, essa energia de seu movimento pode ser transferida de várias maneiras.

Energia cinética o que é?

Se estamos falando de uma borracha de freio em uma roda de bicicleta, o movimento das rodas é progressivamente interrompido com o atrito e a energia cinética é transformada em calor, o que, neste caso, não faz nada útil. Mas existem maneiras de aproveitar a energia cinética para gerar trabalho mecânico útil ou eletricidade. Isso é o que muitos tentaram fazer para usar energia que seria desperdiçada.

VANTAGENS E DESVANTAGENS DA ENERGIA CINÉTICA

As vantagens da energia cinética incluem a capacidade de produzir energia renovável, a disponibilidade de ser um recurso abundante e a eficácia de ser exponencialmente proporcional à sua velocidade.

As desvantagens da energia cinética, incluem o custo de aproveitá-la, o desafio de manter o movimento constante, o manuseio eficaz do atrito e a limitação de apenas grandes materiais que produzem energia substancial.

A energia cinética é a energia do movimento. É um recurso abundante, porque muitos materiais têm a capacidade de criar movimento que pode ser aproveitado e produzir energia, como energia eólica, energia hidrelétrica e energia térmica. A energia cinética aumenta por um fator de quatro quando a velocidade do material é dobrada.

Aproveitar a energia cinética envolve a construção e manutenção de máquinas para permitir que o movimento gere efetivamente o trabalho, como moinhos de vento, turbinas hidroelétricas e grandes painéis solares.

O atrito é a força que se opõe ao movimento, por isso é um inimigo natural da energia cinética. Manter a energia cinética em um movimento constante é um desafio. O vento nem sempre está soprando, o sol nem sempre está brilhando e a água nem sempre está fluindo; assim sendo, recursos energéticos intermediários são necessários. Finalmente, para produzir grandes quantidades de energia, as máquinas necessárias para aproveitar a energia cinética devem ser substanciais, tanto em tamanho quanto em quantidade, o que requer uma grande quantidade de espaço disponível.

É POSSÍVEL PRODUZIR ELETRICIDADE A PARTIR DA ENERGIA CINÉTICA?

Quase todas as formas de produzir eletricidade funcionam com base algum aproveitamento da energia cinética.

O método comum de produzir eletricidade aproveitando a energia cinética é usar os geradores com um eletroímã – um ímã produzido por eletricidade – e não um ímã tradicional. O gerador tem uma série de bobinas de fio isoladas que formam um cilindro estacionário.

Este cilindro envolve um eixo eletromagnético rotativo. Quando o eixo eletromagnético gira, ele induz uma pequena corrente elétrica em cada seção da bobina de fio. Cada seção da bobina de fio se torna um pequeno condutor elétrico separado. As pequenas correntes das seções individuais se combinam para formar uma grande corrente. Essa corrente é a eletricidade que passa pelas linhas de energia dos geradores para os consumidores.

A maior parte da geração de eletricidade do mundo é de usinas elétricas que usam uma turbina ou uma máquina similar para acionar geradores de eletricidade.

Uma turbina converte a energia potencial e cinética de um fluido em movimento (líquido ou gás) em energia mecânica. O gerador, por sua vez, converte a energia mecânica em energia elétrica com base na relação entre magnetismo e eletricidade.

Energia cinética como funciona?

Energia cinética como funciona?
Energia cinética como funciona?

Diferentes tipos de turbinas incluem turbinas a vapor, turbinas de combustão (gás), turbinas de água (hidrelétricas) e turbinas eólicas. Nas turbinas a vapor, a água quente e o vapor são produzidos queimando um combustível em uma caldeira ou usando um trocador de calor para capturar calor de um fluido aquecido como, por exemplo, energia solar ou geotérmica.

O vapor aciona uma turbina, que alimenta um gerador. Os combustíveis ou fontes de energia usados ​​para turbinas a vapor incluem biomassa, carvão, energia geotérmica, combustíveis de petróleo, gás natural, energia nuclear e energia solar térmica.

As turbinas a gás de combustível, que são semelhantes aos motores a jato, queimam combustíveis gasosos ou líquidos para produzir gases quentes para girar as pás da turbina.

Motores de combustão interna, como motores a diesel, também são usados ​​para produzir energia mecânica para operar geradores de eletricidade. Os geradores a diesel são usados ​​em muitas aldeias remotas e são amplamente utilizados para fornecimento de energia em locais de construção e para fornecimento de energia de emergência ou de backup para edifícios e usinas de energia.

Os geradores a diesel podem usar uma variedade de combustíveis, incluindo diesel de petróleo, biodiesel, gás natural, biogás e propano. Pequenos geradores de motores de combustão interna alimentados a gasolina, gás natural ou propano são comumente usados ​​por equipes de construção e comerciantes e para fornecimento de energia de emergência para residências.

Usinas de calor e energia combinadas (EC), às vezes chamadas de cogeradores, usam o calor que não é convertido diretamente em eletricidade em turbinas a vapor, turbinas de combustão ou geradores de combustão interna para outros fins, como aquecimento do ambiente.

Algumas usinas usam o calor não utilizado ou os gases de combustão de uma turbina, como uma turbina a gás, para gerar mais eletricidade em outra turbina, como uma turbina a vapor. Este sistema de dois geradores separados usando uma única fonte de combustível é chamado de ciclo combinado. Centrais de cogeração de ciclo combinado e EC são algumas das maneiras mais eficientes de converter um combustível em energia útil.

As turbinas hidrelétricas usam água para girar as pás da turbina e as turbinas eólicas usam o vento.

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Energia eólica: Vantagens e desvantagens

Energia eólica

A energia eólica é uma forma de energia solar. A energia eólica descreve o processo pelo qual o vento é usado para gerar eletricidade. As turbinas eólicas convertem a energia cinética do vento em energia mecânica e um gerador converte a energia mecânica em eletricidade. A energia mecânica também pode ser utilizada diretamente para tarefas específicas, como bombeamento de água.

Como o vento cria energia?

Como as turbinas eólicas produzem eletricidade? Em termos simples, as turbinas eólicas funcionam como o oposto de um ventilador. Em vez de usar eletricidade para fazer vento – como um ventilador – as turbinas eólicas usam o vento para produzir eletricidade. O vento gira as pás, que por sua vez, giram um gerador para gerar eletricidade.

O vento é uma forma de energia solar, como ja disse no começo, causada por uma combinação de três eventos simultâneos:

  1. O sol aquece de forma desigual a atmosfera
  2. Irregularidades da superfície da terra
  3. A rotação da terra.

Os padrões e velocidades do fluxo de vento variam muito e são modificados por corpos de água, vegetação e diferenças de terreno. Os humanos usam esse fluxo de vento, ou energia de movimento, para muitos propósitos: velejar, empinar pipas e até gerar eletricidade.

Energia eólica o que é?

O termo “energia eólica” descreve o processo pelo qual o vento é usado para gerar energia mecânica ou eletricidade. As turbinas eólicas convertem a energia cinética do vento em energia mecânica. Essa energia mecânica pode ser usada para tarefas específicas (como moer grãos ou bombear água) ou um gerador pode converter essa energia mecânica em eletricidade.

Uma turbina eólica transforma energia do vento em eletricidade usando a força aerodinâmica criada pelas pás do rotor, que funcionam de forma semelhante a uma asa de avião ou lâmina de rotor de helicóptero.

Quando o vento flui através da lâmina, a pressão do ar em um lado da lâmina diminui. A diferença na pressão do ar entre os dois lados da lâmina cria elevação e arrasto. A força do elevador é mais forte que o arrasto e isso faz com que o rotor gire. O rotor é conectado ao gerador, seja diretamente (se for uma turbina de acionamento direto) ou através de um eixo e uma série de engrenagens (uma caixa de engrenagens) que aceleram a rotação e permitem um gerador fisicamente menor. Esta tradução da força aerodinâmica para a rotação de um gerador gera eletricidade.

Tipos de turbinas eólicas

Modernas turbinas eólicas se dividem em dois grupos básicos:

Turbinas de Eixo Horizontal : As turbinas eólicas de eixo horizontal são o que muitas pessoas imaginam quando se pensa em turbinas eólicas. Eles geralmente têm três pás e são operados “contra o vento”, com a turbina girando no topo da torre, de modo que as lâminas fiquem voltadas para o vento.

Turbinas de Eixo Vertical : As turbinas eólicas de eixo vertical vêm em diversas variedades. Essas turbinas são omnidirecionais, o que significa que elas não precisam ser ajustadas para apontar para o vento para operar.

CARACTERÍSTICAS DA TURBINA EÓLICA

Como as turbinas eólicas produzem energia? O funcionamento de uma turbina eólica pode ser explicado em função das seguintes fases:

Orientação automática

A turbina eólica é automaticamente orientada para aproveitar ao máximo a energia cinética do vento, a partir dos dados registrados pela palheta e anemômetro instalados no topo. A nacela gira em torno de uma coroa localizada no final da torre.

Giro das lâminas

O vento faz as pás girar, que começam a se mover com velocidades de vento de cerca de 3,5 m / se fornecem potência máxima com uma velocidade do vento de 11 m / s. Com ventos muito fortes (25 m / s), as pás são emplumadas e a turbina eólica diminui para evitar tensões excessivas.

Caixa de velocidade

O rotor (unidade de três lâminas ajustadas no cubo) gira um eixo lento que é conectado a uma caixa de engrenagens que eleva a velocidade de rotação de 13 para 1.500 rotações por minuto.

Geração

A caixa de transmissão transfere sua energia através de um eixo rápido que é conectado ao gerador, que produz a eletricidade.

Evacuação

A energia gerada atravessa o interior da torre até a base. A partir daí, a energia passa por uma linha subterrânea até a subestação, onde sua tensão é elevada para injetar na rede elétrica e distribuí-la aos pontos de consumo.

Monitoramento

Todas as funções críticas da turbina eólica são monitoradas e supervisionadas a partir da subestação e do centro de controle, a fim de detectar e resolver quaisquer incidentes.

Vantagens

As vantagens da energia eólica são mais aparentes do que as desvantagens. As principais vantagens incluem um recurso ilimitado, livre e renovável (o próprio vento), valor econômico, custo de manutenção e instalação de instalações de captação eólica.

Em primeiro lugar, o vento é um recurso ilimitado, livre e renovável. O vento é uma ocorrência natural e a colheita da energia cinética do vento não afeta de forma alguma as correntes ou os ciclos de vento. Em seguida, a colheita de energia eólica é uma maneira limpa e não poluente de gerar eletricidade.

Ao contrário de outros tipos de usinas, não emite poluentes atmosféricos ou gases de efeito estufa. As turbinas eólicas inofensivamente geram eletricidade a partir do vento que passa. A energia eólica é muito mais ecológica do que a queima de combustíveis fósseis para eletricidade.

Energia eólica como funciona?

Energia eólica como funciona?
Energia eólica como funciona?

Atualmente, o Brasil, juntamente com outros países, permanece dependente de combustíveis fósseis importados de nações instáveis ​​e não confiáveis. É provável que as tensões sobre o fornecimento (de combustíveis fósseis) aumentem os preços dos combustíveis fósseis e deixem a economia do Brasil exposta à volatilidade do mercado internacional.

A energia eólica tem a capacidade de libertar o Brasil da servidão econômica figurativa dos combustíveis fósseis. Uma vez instaladas turbinas e centros de energia, o custo de manutenção de turbinas e geração de energia eólica é quase nada. Outra vantagem da energia eólica é a capacidade de colocar turbinas sempre que necessário. Após realizar pesquisas e encontrar áreas com vento adequado, os especialistas podem colocar as turbinas nas áreas desejadas.

Essas áreas são geralmente despovoadas (turbinas eólicas offshore, por exemplo). Na verdade, os ventos offshore tendem a soprar mais forte e uniformemente do que em terra, fornecendo o potencial para geração de eletricidade aumentada e operação mais suave, mais constante que sistemas de energia eólica terrestre.

BENEFÍCIOS DA ENERGIA EÓLICA

A energia eólica é uma fonte de energia renovável. Não contamina, é inesgotável e reduz o uso de combustíveis fósseis, que são a origem dos gases de efeito estufa que causam o aquecimento global. Além disso, a energia eólica é uma energia “nativa”, porque está disponível em praticamente todos os lugares da usina, o que contribui para reduzir as importações de energia e para criar riqueza e empregos locais.

Por estas razões, produzir eletricidade através da energia eólica e seu uso eficiente contribui para o desenvolvimento sustentável.

A energia eólica não emite substâncias tóxicas ou contaminantes no ar, o que pode ser muito prejudicial para o meio ambiente e para os seres humanos. As substâncias tóxicas podem acidificar os ecossistemas terrestres e aquáticos e corroer os edifícios. Contaminantes do ar podem desencadear doenças cardíacas, câncer e doenças respiratórias, como asma.

A energia eólica não gera resíduos nem contamina a água – um fator extremamente importante, dada a escassez de água. Ao contrário dos combustíveis fósseis e das usinas nucleares, a energia eólica tem uma das menores pegadas de consumo de água, o que a torna essencial para a conservação de recursos hidrológicos.

Benefícios da energia eólica:

  • Energia renovável
  • Inesgotável
  • Não poluente
  • Reduz o uso de combustíveis fósseis
  • Reduz as importações de energia
  • Cria riqueza e emprego local
  • Contribui para o desenvolvimento sustentável

Desvantagens

As duas principais desvantagens da energia eólica incluem o custo inicial e a imaturidade da tecnologia. Em primeiro lugar, a construção de turbinas e instalações eólicas é extremamente cara. A segunda desvantagem é a imaturidade da tecnologia. O alto custo da energia pode, em parte, ser tratado diretamente com inovações tecnológicas que aumentam a confiabilidade e a produção de energia e diminuem as despesas de capital do sistema.

A energia eólica offshore produz mais energia do que a energia eólica terrestre, mas custa muito mais para ser estabelecida. Os custos primários das turbinas eólicas incluem construção e manutenção.

É necessária uma nova tecnologia para reduzir custos, aumentar a confiabilidade e a produção de energia, resolver problemas de implantação regional, expandir a área de recursos, desenvolver infraestrutura e instalações de fabricação e mitigar os impactos ambientais conhecidos. Assim sendo, pode-se argumentar que a implementação da energia eólica deve ser adiada até que os avanços tecnológicos sejam feitos. Outras desvantagens incluem:

Impacto estético: Muitas pessoas estão preocupadas com os efeitos visuais que as turbinas eólicas têm nas belas paisagens da natureza. Eles acreditam que turbinas eólicas gigantes distraem os espectadores dos belos arredores.

Vida selvagem: As turbinas eólicas podem ser perigosas para os animais que voam. Muitos pássaros e morcegos foram mortos por voar para os rotores. Os especialistas estão agora realizando pesquisas para aprender mais sobre os efeitos que as turbinas eólicas têm nos habitats marinhos.

Distanciamento da localização: Embora isso possa ser uma vantagem (colocar turbinas eólicas em áreas desoladas, longe das pessoas), também pode ser uma desvantagem. O custo de viagem e manutenção nas turbinas aumenta e é demorado. Turbinas eólicas offshore exigem barcos e podem ser perigosas para serem gerenciadas.

Ruído: Algumas turbinas eólicas tendem a gerar muito ruído que pode ser desagradável

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